“Laser íntimo dói?” provavelmente é uma das primeiras perguntas de quem começa a pesquisar sobre o procedimento.
E a resposta é: a experiência varia conforme a região tratada, a tecnologia utilizada, o protocolo escolhido e a sensibilidade de cada mulher.
Ainda assim, entender como funciona a consulta e o procedimento ajuda a diminuir a ansiedade.
O que acontece antes do laser íntimo?
Antes de qualquer sessão, deve existir uma avaliação ginecológica.
Nesse momento, a médica conversa sobre os sintomas, histórico clínico, menopausa, vida sexual, tratamentos prévios e possíveis contraindicações.
Além disso, o exame ginecológico é importante para verificar se existe alguma alteração que precise ser tratada antes.
Portanto, a sessão não deve começar simplesmente porque a paciente escolheu “fazer laser”.
Como é feita a aplicação?
A forma de aplicação depende do equipamento e da região.
Em alguns protocolos, a energia é aplicada na região vaginal. Em outros, determinadas áreas externas também podem ser abordadas.
Durante o procedimento, a paciente pode perceber calor, sensibilidade ou um leve desconforto. Entretanto, a intensidade varia bastante.
Há protocolos descritos na literatura realizados de maneira ambulatorial, e a necessidade de analgesia ou anestesia depende do procedimento e da região abordada.
E depois da sessão?
Depois do procedimento, podem existir orientações temporárias relacionadas à atividade sexual, exercícios, higiene ou utilização de determinados produtos.
Essas recomendações variam conforme a técnica utilizada.
Por isso, em vez de seguir orientações genéricas encontradas na internet, a paciente deve receber instruções específicas da profissional responsável.
Existe algum risco?
Sim. Como qualquer procedimento médico, tecnologias baseadas em energia não são completamente isentas de riscos.
Aplicações inadequadas podem provocar dor, queimaduras, cicatrizes ou piora do desconforto. Por esse motivo, a FEBRASGO recomenda que essas tecnologias sejam utilizadas por ginecologistas capacitados e com equipamentos registrados na Anvisa.
Então devo ter medo do procedimento?
Não é uma questão de medo, e sim de indicação correta.
Em primeiro lugar, deve existir um diagnóstico. Depois, é necessário avaliar se aquela tecnologia realmente faz sentido para o caso.
Finalmente, a paciente precisa compreender os objetivos, limitações, alternativas e cuidados envolvidos.
Quer conversar com uma ginecologista antes de decidir? Agende uma avaliação no Instituto Florenza.
Este conteúdo é informativo e não substitui consulta, diagnóstico ou orientação individual de profissional habilitado.
